convite para ser Assessor de Imprensa FREELA
Vagas para Assessores de Imprensa FREELA em todo o Brasil e Exterior .
agente de prensa y escribir en el Asunto.
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Histórias de Brasileiros no Exterior
Oi Marcelo! Finalmente vou conseguir enviar meu testemunho. Você sabe que
aqui na Folha de S.Paulo as coisas não são fáceis. O tempo...
Bom, para que as pessoas saibam, sou jornalista e tomei contato com a M/
Brazil por meio de um anúncio para assessor de imprensa. Durante 8 meses
trabalhei para a agência como assessora de imprensa e depois de ver tantas
pessoas viajando para o exterior, tantos relatos, tantos cartões postais e
depois de tanta insistência do Marcelo, resolvi preencher a ficha de
inscrição e seguir os passos que todos seguem quando preenchem a ficha. Essa
era uma exigência do Marcelo, que achei justa e segui a risca.
Minha intenção era viajar em novembro ou dezembro e ficar 4 meses na França.
Recebi uma série de propostas, algumas que realmente não tinham o meu
perfil, e aceitei a última proposta.
Aceitei uma proposta para ser babá de um menino de 2 anos em Monaco. Troquei
de país? Sim. O meu objetivo era claro: aprender francês. Não importava
estar em Paris ou na Bélgica.
Viajei, depois de ter pedido todas as informações que eu queria. TODAS.
Esse, depois da decisão de inscrever-se, é o passo mais importante para
alcançar o sucesso. Se qualquer coisa não estiver clara é melhor tentar
esclarecer ou desistir, por mais tentadora que pareça a oferta.
A família que me ´contratou´ tinha 4 filhos e, pelo contrato, eu iria cuidar
apenas de um. Combinamos e eles foram me buscar no aeroporto. Por uma falha
de comunicação minha, estavam me esperando em outro portão. Isso me
desesperou um pouco, mas depois ficou tudo resolvido.
A família era e é ainda, porque me comunico regularmente, ótima. Os filhos
são extremamente educados, apesar de o pequeno MAX, do qual eu me ocupava
quase todo o dia, era um pouco temperamental. Coisas de criança, resolvidas
com paciência, amor e criatividade (coisa que a minha família prezava muito)
Trabalhava bastante tempo, mas não bastante. A Alice (mãe das crianças) não
trabalhava e me ajudava em tudo.
Quando vim embora, simplesmente por ter duas ofertas de emprego aqui, foi
difícil. As crianças choraram, a Alice, ninguém queria que eu voltasse.
Isso, apesar de me deixar triste, me deixava felia também, porque eles
gostavam do meu trabalho.
E o meu objetivo, que era aprender francês, nem viajar, nem ganhar dinheiro
(eu ganhava 100 dólares por semana) estava sendo atingido. Lamentei muito a
volta e até hoje me correspondo com minha família monegasca, que na
realidade é suíça.
Um beijo e coragem para quem está indo. A decisão é difícil, mas
extremamente necessária para quem tem um objetivo na vida
Obrigada por tudo !!
Cristina Carola - Jundiai-SP
jornalista- Jornal Folha de São Paulo
11 anos - M/Brazil Intercâmbios - desde 1998